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Queria uma pra viver

Já usei, mas uso de novo – fazer o quê, se ela insiste em martelar na minha cabeça? Distraído, canto mentalmente: o que dá pra rir dá pra chorar, questão só de peso e medida, problema de hora e lugar. A diferença é que Billy Blanco fala de alegria e tristeza, de ventura e desventura, enquanto penso na farsa transformada em tragédia.
Penso nisso quando vejo circular livremente – às vezes até entre pessoas inteligentes – a impostura da desideologização. Seria de rir, mas não dá, é grave demais. Continuar lendo