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Anotações sobre o estado das coisas

O nome da coisa

O nome da coisa é golpe. É golpe porque não há crime. É golpe porque o vice também assinou e é poupado para ficar no lugar. É golpe porque os presidentes anteriores fizeram. É golpe porque muitos governadores continuam fazendo. É golpe porque já no dia da eleição tramavam a queda da presidente, do modo como conseguissem: o script estava desenhado e faltava o instrumento, e o Plano B continua engatilhado no TSE, agora com a brilhante ideia de, assim como no impeachment, separar Dilma de Temer.

Chamar a coisa pelo nome é um modo de defender a Democracia, para que nunca seja atacada com meias palavras – não houve Ditabranda, não há pausa democrática. Chamar a coisa pelo nome é constranger quem ataca a Democracia, para que saiba que a História não o perdoará. Chamá-la pelo nome é pôr os pingos nos is. Continuar lendo